Ao lado, o mapa da próxima empreitada militar americana. Depois de Iraque e Afeganistão, as ações estão cada vez mais rumando para o leste. A imagem mostra a região de fronteira entre Paquistão e Afeganistão.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
O mapa da guerra
Ao lado, o mapa da próxima empreitada militar americana. Depois de Iraque e Afeganistão, as ações estão cada vez mais rumando para o leste. A imagem mostra a região de fronteira entre Paquistão e Afeganistão.
Mudança de foco
Artigo publicado no The Guardian pelo jornalista inglês Jonathan Freeland comenta as declarações feitas por Obama ao The Washington Post sobre seu compromisso de continuar em busca de Osama Bin Laden e seus aliados da al-Qaeda.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Primeira Guerra Mundial
Isolacionismo russo
Os motivos para a decisão não apenas estão claros, como foram ditos textualmente pelos governos de Suécia e Reino Unido, dois dos países mais críticos à guerra na Ossétia do Sul.
"as negociações são a maneira mais pragmática de irmos em busca de nossos interesses numa variada gama de questões importantes, como energia, mudanças climáticas e comércio", diz o comunicado.
O caso ilustra bem como, apesar da clara desconfiança em relação à política externa atual do Kremlin, os Estados europeus se vêem sem alternativa e força de pressão sobre a dupla Putin-Medvedev que - para sorte deles e azar de todos os demais, inclusive da própria população russa - estão sentados sobre a maior reserva de gás da Europa.
Como já escrevi em outro texto, o rigoroso inverno europeu se aproxima e nenhum dos líderes dos países ocidentais teria como justificar internamente um boicote ao gás russo devido à discordância por conta do jogo das relações internacionais.
Entretanto, se não fosse pelas reservas que possui, a Rússia estaria ainda mais isolada. A eleição de Obama foi um duro golpe nos países que tinham o contraponto aos Estados Unidos como estratégia única na formação de alianças - caso da atual política externa russa.
Estados que nos últimos anos se mostravam absolutamente desinteressados de qualquer tipo de relacionamento com os EUA acenaram - mesmo que discretamente - com a possibilidade de diálogo com o novo governo americano. Foi o caso de Venezuela, Síria e até do Irã.
As vozes de oposição em Moscou já começam a se manifestar. Em breve, alguns trechos de uma análise bastante interessante da maneira como pensa a elite política e econômica russa.
